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| Network | Status | Live ads | Nov 2025LinkedIn activity · 52 weeksOct 2026 | Checked | Next step |
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| Running | 76 | Checked 29 Oct 2026 | See all 76 ads → | ||
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InPACTO has 76 live LinkedIn ads. Its Facebook page had no active ads on 21 Oct 2026, and we recorded no Google ads on 1 Oct 2026.
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- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Sept 2026
O II Fórum InPACTO, realizado na última terça-feira (2), foi marcado pela celebração dos 20 anos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, pelo diálogo sobre caminhos para o fortalecimento de ações coletivas e boas práticas empresariais e pelo lançamento do Programa de Qualificação Profissional e Inserção Laboral para Pessoas Resgatadas de Trabalho Análogo à Escravidão e em Situação de Vulnerabilidade. Realizado em parceria com o escritório Mattos Filho, em São Paulo, o evento reuniu representantes do poder público, da sociedade civil e de grandes empresas, se consolidando como um espaço potente de diálogo e reflexão estratégica sobre os avanços e desafios no combate ao trabalho escravo no Brasil. Gostaríamos de agradecer a todas as instituições que participaram dos painéis: Ao nosso anfitrião, o Escritório Mattos Filho. Aos fundadores do Pacto Nacional: Instituto Ethos, Instituto Observatório Social, OIT Brasil e Repórter Brasil. Às demais organizações e empresas parceiras dessa jornada: ABVTEX - Associação Brasileira do Varejo Têxtil, Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais - CONTAR, e Secretaria de Inspeção do Trabalho MTE - Ministério do Trabalho e Emprego. Archer Daniels Midland Company AVB - Aço Verde do Brasil Amaggi Agropalma C&A Brasil Grupo Carrefour Brasil The HEINEKEN Company Nestlé Vale
- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Sept 2026
O InPACTO realiza hoje o 2º Fórum, em parceria com o Escritório Mattos Filho Advogados. O encontro reúne líderes, especialistas e representantes de diversos setores para dialogar e compartilhar boas práticas para a prevenção e erradicação do trabalho escravo contemporâneo e promoção do trabalho decente nas cadeias produtivas que atuam no Brasil.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Sept 2026
Hoje, celebramos 12 anos desde a fundação do InPACTO. O instituto foi criado com o propósito de fortalecer o combate ao trabalho escravo nas cadeias produtivas que atuam no Brasil, monitorando os compromissos assumidos por empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. Desde o início, o InPACTO vem aprimorando sua atuação estratégica e técnica para ampliar o diálogo entre empresas, governo e sociedade civil, por meio de iniciativas, projetos e espaços de articulação em torno dessa agenda. Nesse último ano, avançamos na realização de projetos de devida diligência em direitos humanos com empresas e organizações e desenvolvemos novas iniciativas voltadas a qualificar ações de prevenção, mitigação e reparação de violações de direitos humanos em cadeias produtivas. Esses esforços se somam ao uso de dados e evidências, à articulação institucional e ao fortalecimento de políticas públicas, reafirmando o compromisso do InPACTO com a promoção do trabalho decente e a erradicação do trabalho escravo contemporâneo no Brasil. Agradecemos a cada parceiro, empresa associada e pessoa que fortalece nossa missão.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Sept 2026
As mudanças climáticas têm afetado cada vez mais o mundo do trabalho, seja pelo aumento do calor — efeito mais comum e visível — e dos problemas de saúde ligados à exposição térmica, seja por eventos extremos que interrompem atividades, agravam condições insalubres, comprometem a segurança, causam prejuízos, colocam empregos em risco e forçam migrações. Entre janeiro e outubro de 2025, o Ministério Público do Trabalho recebeu 602 denúncias relacionadas à exposição de trabalhadores ao calor, o que equivale a quase duas queixas por dia e evidencia como as altas temperaturas se tornaram um problema concreto e recorrente em diferentes setores da economia. Como uma das organizações participantes da #COP30, o InPACTO reforça esse alerta: a crise climática é também uma crise do trabalho, pois amplia vulnerabilidades, aprofunda desigualdades e exige de empresas, governos e de toda a sociedade medidas consistentes de adaptação, proteção e, principalmente, prevenção. O InPACTO está representado na COP30 pela Diretora Executiva Marina Ferro
- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Sept 2026
O trabalho infantil no Brasil reflete desigualdades estruturais profundas. Segundo a PNAD Contínua 2024 (IBGE), 66% das crianças e adolescentes nessa situação são pretos ou pardos, e a maioria são meninos — um cenário marcado por racismo e exclusão social. A incidência é maior entre 16 e 17 anos, muitos com jornadas equivalentes às de adultos, o que compromete a permanência na escola e perpetua ciclos de pobreza e vulnerabilidade. Essas desigualdades se manifestam de formas distintas entre meninos e meninas. Enquanto eles estão mais visíveis em atividades agrícolas, comerciais e de serviços, elas enfrentam a invisibilidade: realizam principalmente tarefas de cuidado e trabalho doméstico que, por não serem reconhecidas como trabalho, permanecem fora das estatísticas. Essa subnotificação oculta a dimensão real do problema e dificulta o desenvolvimento de políticas públicas específicas. Neste Mês das Crianças, reforçamos a importância de enfrentar as desigualdades de raça, gênero e classe que sustentam o trabalho infantil, garantindo que nenhuma criança precise abrir mão do seu direito ao desenvolvimento integral em troca do trabalho para sobreviver.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Sept 2026
Os novos dados da Lista Suja do Trabalho Escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego na última segunda-feira (6), revelam a amplitude e persistência dessa violação no Brasil. De acordo com a Auditoria Fiscal do Trabalho, os casos registrados nesta atualização ocorreram entre 2020 e 2025, totalizando 1.530 pessoas trabalhadoras resgatadas, em diferentes regiões e atividades econômicas, o que demonstra que a exploração em condições análogas à escravidão segue presente no país. Embora o setor agropecuário continue concentrando a maior parte dos casos — com 352 operações e mais de 3 mil pessoas resgatadas —, os dados evidenciam que o problema vai além do campo. Há registros em construção civil, indústria, comércio, serviços de alimentação e, de forma especialmente significativa, em serviços domésticos, que aparecem como o segundo setor com maior número de empregadores incluídos (95 casos). Esse dado reforça que formas contemporâneas de escravidão também persistem em ambientes privados e urbanos, muitas vezes invisíveis e de difícil fiscalização. A diversidade de segmentos e regiões confirma que o trabalho escravo contemporâneo é um fenômeno que se adapta a diferentes contextos produtivos e reflete desigualdades estruturais profundas, que atingem todas as regiões do território nacional, com diferentes dinâmicas e perfis de vulnerabilidade. Ao mesmo tempo, reforçam a importância da Lista Suja como instrumento de transparência, responsabilização e prevenção, essencial para fortalecer políticas públicas e compromissos empresariais voltados à erradicação do trabalho escravo no Brasil. A relevância da Lista Suja também foi recentemente reconhecida pelo relator especial das Nações Unidas sobre formas contemporâneas de escravidão. Tomoya Obokata, que visitou o Brasil entre os dias 18 a 29 de agosto deste ano, destacou em seu relatório, o instrumento como uma boa prática internacional no combate à exploração laboral. Segundo o Tomoya, a Lista Suja é um exemplo de transparência e responsabilização, essencial para fortalecer ações integradas entre governo, sociedade civil e setor privado na erradicação do trabalho escravo contemporâneo.
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