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Geomin
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| Network | Status | Live ads | Nov 2025LinkedIn activity · 52 weeksOct 2026 | Checked | Next step |
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| Running | 20 | Checked 28 Oct 2026 | See all 20 ads → | ||
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Geomin has 20 live LinkedIn ads. We recorded no Google ads on 30 Oct 2026.
Latest ads
- LINKEDIN · IMAGERecorded 20 Sept 2026
3 milhões de horas sem falso alerta no GeoCOD! 🏅 Esse número não é só um marco técnico. É trabalho sério, cuidado e dedicação da nossa equipe todos os dias. É a certeza de que nenhum colaborador, cliente ou comunidade precisou enfrentar o desgaste emocional, operacional e físico que um falso alarme pode gerar. Porque cada alerta falso não é só um número, é tempo perdido, preocupação desnecessária e desgaste desproporcional para quem está no campo e para quem precisa tomar decisões críticas. Quando idealizamos o GeoCOD, nosso objetivo sempre foi claro: construir um sistema de detecção de colapso que unisse inovação e segurança, sem abrir mão da robustez estatística que um sistema de emergência exige. Hoje, com o sistema monitorando mais de 70 barragens, esse compromisso se traduz em resultados concretos e confiáveis. Quando batemos o primeiro milhão, já foi incrível. Hoje, triplicando esse resultado, a sensação é de orgulho coletivo. Cada teste, cada melhoria, cada procedimento seguido com disciplina fez a diferença. Aqui, tecnologia não resolve sozinha. Ela precisa caminhar com atenção aos detalhes, comprometimento e um time que realmente leva a segurança a sério. E é exatamente isso que temos na Geomin. Cada hora sem falso alerta é mais que um número. É a prova de que inovação, responsabilidade e segurança caminham juntas. É o reflexo de um time que transforma esforço em resultados reais. E, para mim, é motivo de orgulho e inspiração para continuar avançando. Obrigada, time, por acreditar, confiar e colocar sua energia todos os dias na Geomin. Esse marco não existiria sem vocês, a nossa comemoração foi do tamanho dessa conquista: incrível!
- LINKEDIN · IMAGERecorded 20 Sept 2026
A Geomin é uma startup brasileira que desenvolve soluções completas em hardware, software e serviços para o monitoramento de estruturas críticas no setor minerário.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 20 Sept 2026
Quem trabalha com monitoramento geotécnico sabe que o desafio não é apenas medir. É garantir que os dados cheguem. Esse problema ficou muito claro para nós durante o monitoramento de uma barragem. Em uma ocasião, um gateway de comunicação ficou indisponível por cerca de 12 horas. Os dataloggers continuaram registrando normalmente, mas os dados permaneceram apenas na memória interna dos equipamentos. A recuperação era possível via USB, mas exigia deslocamento até a barragem, coleta manual e importação dos registros para o sistema de gestão. Na prática, isso não aconteceu. O dado existia, mas não estava disponível para quem precisava dele. Foi esse tipo de situação que nos levou a projetar o DL-01 de forma diferente. A comparação abaixo mostra como uma arquitetura tradicional e o DL-01 respondem à mesma falha de comunicação. Além da memória de longa duração, com capacidade para mais de 200 mil registros, o DL-01 possui um buffer de curto prazo configurável conforme a aplicação: 1. Cada nova leitura entra no buffer. 2. Se houver falha de comunicação, as leituras permanecem armazenadas. 3. Quando a comunicação é restabelecida, o datalogger identifica os registros pendentes e faz o reenvio automático, sem intervenção do usuário. Esse buffer normalmente é dimensionado para armazenar de 24 a 48 horas de dados, cobrindo a grande maioria das indisponibilidades em campo. Mas por que não reenviar toda a memória de 200 mil registros? Porque isso também pode gerar problemas. Um equipamento que ficou dias ou semanas sem comunicação poderia consumir uma quantidade significativa de dados móveis ao se reconectar, além de aumentar o tempo de sincronização. Às vezes, a diferença entre dois dataloggers não está na quantidade de memória. Está na forma como eles lidam com os problemas que realmente acontecem em campo.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 20 Sept 2026
Uma das maiores confusões que eu vejo no mercado é achar que monitoramento geotécnico termina quando a instrumentação é instalada. Na verdade, é exatamente aí que ele começa. Quando um cliente chega até a Geomin, a primeira coisa que faço questão de explicar é que nós não fornecemos apenas equipamentos. Nós assumimos a responsabilidade pela saúde do sistema ao longo do tempo. Por isso, antes de qualquer sensor ir para campo, começamos entendendo a estrutura, o histórico da operação e os desafios específicos daquele cenário. Só depois disso faz sentido definir a instrumentação mais adequada. A implantação é uma etapa importante, mas está longe de ser a última. Depois dela vêm as validações, o acompanhamento da operação, as manutenções preventivas e corretivas, as auditorias técnicas e a comparação constante entre leituras, equipamentos e comportamento da estrutura. É esse acompanhamento que permite identificar pequenos desvios antes que eles comprometam a confiabilidade do sistema. Hoje, a Geomin realiza esse trabalho em mais de 30 unidades de mineração. E, sinceramente, é essa continuidade que mais valorizo. O desafio é garantir que, anos depois, ele continue entregando informações confiáveis para quem precisa tomar decisões. No fim, monitoramento não é um projeto com data para terminar. É uma rotina que precisa acompanhar toda a vida útil da estrutura.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 20 Sept 2026
Eliminamos o gateway da arquitetura. Ficou mais simples e muito mais barato. A topologia tradicional de monitoramento de instrumentação é bem conhecida: sensor -> datalogger -> gateway local (às vezes datalogger concentrador) -> servidor. Parece razoável. Até você calcular o que um gateway em campo realmente custa. Cada ponto de gateway traz consigo painel solar, controlador de carga, baterias estacionárias, painel de controle, poste de fixação, repetidores Ethernet, instalação e manutenções frequentes. E, dependendo da região, risco de roubo de bateria, que acontece mais do que parece. O gateway não gera nenhum dado. Não monitora nada. Ele só existe para fazer o dado chegar, e cobra caro por isso. Quando desenvolvemos os dataloggers LTE da Geomin com transmissão NB-IoT/CAT-M direto para a nuvem, eliminamos tudo isso. Na prática, isso representa redução de custo entre 35% e 70% e redução no tempo de implantação entre 20% e 55%, variando conforme o porte e a topologia do projeto. Velocidade e simplicidade de instalação Sem gateway, instalar um novo ponto se resume ao sensor e ao datalogger. Sem cabeamento, sem configuração de rádio, sem dependência de outro equipamento. O comissionamento que levava dias passa a levar horas. Onde faz ainda mais diferença: sensores que se movem Descaracterização de barragem, obras de alteamento, frente de lavra. Com gateway fixo, cada relocação vira um projeto: cabeamento, reconfiguração, verificação de alcance. Com datalogger LTE, você desinstala, move e reinstala. O dado volta em minutos. O que ficou mais complexo O monitoramento de saúde passa a ser por dispositivo, não por concentrador. A granularidade é boa para manutenção preditiva, mas exige um sistema de health monitoring mais robusto na plataforma. Quando o gateway ainda faz sentido Muitos sensores concentrados num raio pequeno, ou cobertura NB-IoT/CAT-M ruim: aí o gateway ainda ganha. Não é escolha de arquitetura — é limitador técnico. O custo real do gateway em campo é sistematicamente subestimado. Muitas vezes, o custo de ciclo de vida completo acaba não sendo levado em consideração.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 20 Sept 2026
Estruturas falam. A questão é: alguém está ouvindo? Teve uma situação em campo que ficou muito clara pra mim. O alerta crítico não foi o primeiro sinal. Ele foi o último. Cerca de 48 horas antes, os dados já mostravam que algo estava fora do padrão. Não era nada “gritante”. Não era um pico isolado. Era uma mudança sutil, mas consistente. Pequenas variações no comportamento da estrutura. Tendência fora da linha histórica. Oscilações que, analisadas isoladamente, poderiam passar despercebidas. Mas quando você tem monitoramento contínuo e histórico bem construído, começa a fazer sentido. É aí que entra a diferença entre dado e interpretação. Sensor não evita risco sozinho. Ele mostra comportamento. O que antecipa problema é a leitura técnica: – análise de tendência – comparação com baseline – correlação entre diferentes instrumentos – entendimento do contexto da estrutura Nesse caso, a evolução dos dados indicava perda de estabilidade progressiva. Quando o alerta crítico foi acionado, a situação já estava consolidada. Mas o comportamento anormal já vinha sendo construído antes. E é exatamente por isso que monitoramento contínuo faz diferença. Não é sobre reagir ao alerta. É sobre entender o que vem antes dele. Porque estrutura não falha de repente. Ela dá sinais. A pergunta é: o sistema está preparado para captar? E o time, para interpretar? A declaração de estabilidade diz que está tudo bem. Mas, no campo, nem sempre é isso que a gente vê. E esse é um ponto que, na minha visão, ainda precisa ser tratado com mais profundidade no setor.
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