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| Network | Status | Live ads | Nov 2025LinkedIn activity · 52 weeksOct 2026 | Checked | Next step |
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| Running | 38 | Checked 30 Oct 2026 | See all 38 ads → | ||
| Meta | Not checked | — | |||
| None recorded | 0 | No ads found on the Google Ads Transparency Center | Checked 24 Oct 2026 | Collect them with the API → |
BugHunt has 38 live LinkedIn ads. We recorded no Google ads on 24 Oct 2026.
Latest ads
- LINKEDIN · IMAGERecorded 23 Oct 2026
Como você tem lidado com os desafios do cargo? Nós queremos abrir essa discussão no mercado e estamos dando o primeiro passo. Responda à pesquisa e ajude a mostrar como é o dia a dia de quem lidera segurança no Brasil. São poucos minutos, sem login e sem coleta de e-mail. https://lnkd.in/dvmwcT-g
- LINKEDIN · IMAGERecorded 8 Oct 2026
Uma vulnerabilidade pode ser encontrada antes de a empresa estar preparada para receber esse tipo de report. O pesquisador tenta avisar, mas não encontra um canal claro. A mensagem chega por e-mail, formulário, LinkedIn ou até por alguém de outra área. A partir daí, começa uma corrida interna para entender quem deve assumir, quem valida a falha, quando o jurídico entra e como manter a comunicação com quem fez o report. Recentemente, olhando como o Google estrutura esse processo, um ponto me chamou atenção: os reports de segurança passam por um canal próprio e seguem para triagem e avaliação técnica. Parece simples, mas ajuda a organizar justamente o que costuma virar improviso em muitas empresas. Ou seja, muitas vezes existe disposição para colaborar. O que falta é a empresa ter um processo capaz de receber essa colaboração e conduzir o que vem depois. Não ter um fluxo estruturado não impede que alguém encontre uma falha. Só deixa a empresa mais exposta à improvisação justamente no momento em que precisa responder com mais rapidez e segurança. Se um pesquisador tentasse reportar uma vulnerabilidade crítica para a sua empresa hoje, ele saberia por onde começar?
- LINKEDIN · IMAGERecorded 8 Oct 2026
O que impede um pesquisador de explorar o que encontrou em vez de reportar? A resposta começa pelo perfil de quem participa de um programa de bug bounty. Quem participa do programa está identificado na plataforma, aceita previamente termos de conduta e precisa seguir as regras definidas por cada empresa. Isso muda bastante a dinâmica. O pesquisador constrói uma reputação ao longo do tempo, e sua participação em novos programas depende de agir dentro das regras e reportar corretamente as vulnerabilidades encontradas. É um modelo em que os incentivos apontam na direção certa. Isso não significa que um programa elimina completamente o risco de alguém agir de forma maliciosa. Significa que, diferente de um cenário sem programa, existe identidade, regras de atuação, histórico de participação e consequências para quem ultrapassa os limites estabelecidos. Sem um programa, uma vulnerabilidade pode ser descoberta por alguém que a empresa não conhece, sem escopo definido, regras de atuação ou um canal formal para o reporte. Dentro de um programa de bug bounty, o cenário é diferente. O pesquisador sabe exatamente o que pode testar, quais são os limites e como deve reportar o que encontrou. Para o jurídico, esse é um ponto importante: não é apenas uma questão de autorização para testar. É também sobre criar regras, identificar quem participa e estabelecer um canal formal para lidar com vulnerabilidades. É isso que transforma uma interação que já poderia acontecer de maneira desestruturada em um processo com mais controle e previsibilidade.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 8 Oct 2026
Uma das primeiras perguntas que aparece quando o programa de bug bounty chega no jurídico é se ele cria um novo risco para a empresa. A resposta técnica é não. Qualquer sistema com ativos expostos na internet já está sujeito a tentativas de teste por terceiros, com ou sem autorização. Isso acontece independentemente de haver um programa de bug bounty. O que o programa muda é o controle sobre esse processo. Vulnerabilidades que antes poderiam chegar sem identificação, sem regras e sem um canal definido passam a ser reportadas por pesquisadores identificados, seguindo a política, o escopo e os limites estipulados pela própria empresa. Sob a ótica da LGPD, um programa de identificação de vulnerabilidades pode fazer parte do conjunto de medidas técnicas e administrativas adotadas pela empresa para proteger seus dados e sistemas. Ou seja: o programa não cria a exposição. Ele estabelece regras, identifica quem participa e cria um canal para que vulnerabilidades sejam reportadas e tratadas de forma organizada.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 8 Oct 2026
A IA aumentou muito a capacidade de identificar possíveis vulnerabilidades. E isso já está aparecendo nos programas de bug bounty. O problema é que identificar um comportamento suspeito não significa necessariamente ter encontrado uma vulnerabilidade. Tenho visto reports construídos a partir do output de uma ferramenta, mas sem validação suficiente do pesquisador. A ferramenta aponta um comportamento, gera uma hipótese e, às vezes, até ajuda a estruturar o report. Mas alguém ainda precisa entender o que está acontecendo, reproduzir o cenário, validar o impacto e explicar o problema com clareza. Quando essa etapa não acontece, o volume aumenta, mas a qualidade não acompanha. E isso fica evidente na triagem. Para mim, esse será um dos efeitos mais importantes da IA no bug bounty: quanto mais fácil ficar identificar possíveis falhas, mais importante será saber separar sinal de ruído. Não vejo a IA como um problema. Pelo contrário, ela já é uma ferramenta muito poderosa para pesquisa. Mas a validação continua sendo papel do pesquisador. A IA pode acelerar a descoberta. Entender se aquilo realmente é uma vulnerabilidade ainda exige conhecimento.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 8 Oct 2026
Uma das primeiras perguntas feitas durante a análise de um programa de bug bounty é: “Estamos autorizando terceiros a testar os sistemas da empresa?” A resposta é: não de forma ampla ou irrestrita. Um programa bem estruturado estabelece uma autorização específica e delimitada. Ele define: > Quais sistemas podem ser testados; > Quais atividades são permitidas; > Quais técnicas são proibidas; > Durante qual período as regras são válidas; > Como uma vulnerabilidade deve ser reportada. O pesquisador que segue essas regras atua dentro dos limites expressamente definidos pelo programa. Já qualquer atividade fora desse escopo não está autorizada e deve ser tratada conforme as regras do programa, os instrumentos contratuais e a legislação aplicável. Essa distinção é essencial. O programa não elimina limites. Ele os torna mais claros. Quando isso fica bem compreendido, a conversa deixa de ser sobre uma autorização genérica e passa a tratar de uma questão mais concreta: > Como definir um escopo seguro, controlado e adequado à realidade da empresa? É justamente essa clareza que transforma uma iniciativa de segurança em um processo de governança.
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