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| Network | Status | Live ads | Nov 2025LinkedIn activity · 52 weeksOct 2026 | Checked | Next step |
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| Running | 71 | Checked 29 Oct 2026 | See all 71 ads → | ||
| Meta | Recently | 23 | Active ads on the Meta Ad Library, all countries | Checked 24 Oct 2026 | Collect them with the API → |
| Recently | 200+ | Ads on the Google Ads Transparency Center | Checked 9 Oct 2026 | Collect them with the API → |
Sienge has 71 live LinkedIn ads. Its Facebook page had 23 active ads on 24 Oct 2026, and we recorded 200+ Google ads on 9 Oct 2026.
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- LINKEDIN · IMAGERecorded 30 Sept 2026
O mapa que faltava para acessar crédito na construção de forma estratégica. Buscar crédito sem planejamento é como navegar sem bússola: os riscos de atrasos, perda de margem e insegurança no cronograma aumentam a cada decisão. Em um mercado imobiliário competitivo e com a taxa de juros em alta, errar no crédito significa perder competitividade. Não é apenas uma questão financeira: sem capital na hora certa, o cronograma atrasa, perde-se a confiança dos parceiros e a execução do projeto fica comprometida. Durante muito tempo, a prática foi “correr atrás do banco” apenas quando o caixa começava a apertar. Sem plano, sem visibilidade e sem considerar o momento exato da obra. Resultado? Negociações travadas, retrabalhos e condições menos vantajosas. O desafio hoje é claro: estruturar o crédito como parte estratégica do planejamento financeiro, alinhando cada decisão com o cronograma da obra e antecipando exigências das instituições. Nesse contexto, o Sienge desenvolveu um material que considero bastante útil: o Fluxograma de Acesso a Crédito para Construção Civil. Um guia visual e prático que mostra o momento certo para buscar crédito, quais instituições considerar e como preparar a documentação com mais clareza. Para quem atua em planejamento financeiro ou na gestão de obras, pode ser uma leitura valiosa para ganhar previsibilidade e aumentar as chances de aprovação. ➥ Fica a recomendação para quem quiser acessar: https://lnkd.in/drb-zdWG
- LINKEDIN · IMAGERecorded 30 Sept 2026
66% das empresas têm uma grande preocupação com a Reforma Tributária: conviver com dois sistemas tributários ao mesmo tempo. (O dado é da pesquisa "Tax do Amanhã", da Deloitte.) Faz sentido: no setor da Construção Civil, a Reforma vai exigir mais planejamento, tecnologia e novos contratos para lidar com riscos e aproveitar oportunidades. Mas também há boas expectativas: 78% esperam simplificação dos impostos; 63% apostam em mais transparência; 62% contam com a redução de obrigações acessórias. Como transformar preocupação em vantagem competitiva? Aqui vão 3 caminhos práticos que tenho visto como mais eficazes: 1) Planejamento tributário estratégico (olhando para créditos, fornecedores e modelo de negócios); 2) Investir em tecnologia para controlar créditos e garantir transparência; 3) Rever contratos para incluir cláusulas de ajuste durante a transição. Informação qualificada vai ser um diferencial. Por isso, recomendo acompanhar os conteúdos que produzimos no Sienge, inclusive a série completa sobre a Reforma Tributária feita junto com a CBIC Brasil, disponível no nosso canal no YouTube: https://lnkd.in/dbrNmyTX E na sua empresa, esse assunto já entrou na pauta do planejamento? Conte aqui nos comentários.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 30 Sept 2026
Você conhece algum setor que cresça ignorando dados e tecnologia? Eu também não. Mas… Enquanto no varejo e na indústria a Inteligência Artificial já decide o que, quando e como produzir ou vender… Na Construção Civil ainda tem gestor ligando para saber se o material chegou na obra. E não, essa diferença não é sobre “ter dinheiro para investir”. É sobre entender que dados são ativos estratégicos — e que a IA deixou de ser “tendência” para se tornar fator de competitividade real. Exemplos que valem mais que teoria: 1 - Amazon → prevê demanda cruzando vendas, clima e redes sociais. 2 - BMW → automatizou checklists e padronizou controle de qualidade em tempo real. 3 - Nubank → resolve +50% dos atendimentos antes de falar com um humano. E o setor da Construção? Já temos tecnologia para: ↳ Mapear obras em tempo real com câmeras e IA; ↳ Auditar execução sem papel, direto no celular; ↳ Criar orçamentos paramétricos em minutos; ↳ Integrar dados de vendas, propostas e atendimento em um só lugar. O futuro não é mais “promessa”. Ele já está disponível. O que vai separar quem colhe resultados de quem fica para trás não é o tamanho da empresa. É a atitude para testar, adaptar e investir no que gera valor real. Agora eu te pergunto: Na sua empresa, a IA já é parte do dia a dia ou ainda é um assunto de reunião “para o futuro”? Se você quiser saber mais sobre como transformar IA em retorno real para o negócio, sugiro a leitura do Guia de Inteligência Artificial para Gestão de Construtoras: https://lnkd.in/dmDC_gtK
- LINKEDIN · IMAGERecorded 30 Sept 2026
IA no mercado imobiliário: já é realidade (e não só promessa!) Você sabia que existem startups usando inteligência artificial para destravar gargalos históricos da Construção Civil? Recentemente, a Thomvest Ventures divulgou a primeira edição da Real Estate x AI List – reunindo as 50 startups mais promissoras em IA para o mercado imobiliário. E não estamos falando de empresas que ainda “testam hipóteses”: muitas já estão automatizando processos, acelerando projetos e otimizando tarefas antes manuais e burocráticas. Olha só alguns exemplos que me chamaram atenção: ✅ GreenLite: promete reduzir em até 75% o tempo de aprovação de licenças – um dos grandes obstáculos da produtividade no setor; ✅ TestFit: transforma estudos de viabilidade e projetos preliminares que antes levavam semanas em simulações feitas em poucos minutos. O impacto disso é gigantesco: da redução da ociosidade no canteiro até a agilidade no fechamento de transações imobiliárias. E aqui no Brasil? Também estamos avançando. O case da BRZ Empreendimentos e Construções, citado pelo Estadão Imóveis, mostra como a IA já ajuda a acelerar e tornar mais eficiente o relacionamento com clientes, impactando diretamente as vendas. Mas vale a reflexão: a tecnologia sozinha não fecha negócios. Corretores, engenheiros, arquitetos e gestores continuam (e sempre continuarão) sendo peças-chave. É a combinação entre tecnologia de ponta e profissionais preparados para liderar a mudança que realmente transforma o mercado. Fica aqui minha provocação: O mercado brasileiro está pronto para essa mudança mais profunda? E nós, profissionais, estamos nos preparando para liderá-la? Aliás, se quiser acompanhar tendências como essa e outras que impactam diretamente a Construção Civil e o Mercado Imobiliário, recomendo fortemente a newsletter do Sienge, a Constru_news: https://lnkd.in/dsfez_MN
- LINKEDIN · IMAGERecorded 27 Oct 2026
A Construção pediu para adiar em um ano a próxima etapa da Reforma Tributária. A resposta da Receita Federal foi curta: se preparem. O motivo é o calendário: o Senado só deve fixar a alíquota de 2027 até 15 de dezembro, a duas semanas da virada. Esperar esse número sair para só então olhar a Reforma é, hoje, a decisão mais cara que uma construtora ou incorporadora pode tomar. Não me surpreende que 38% dos executivos brasileiros coloquem a Reforma como a maior preocupação dos próximos três anos, segundo a EY. Mas o risco também está em tratar a alíquota, sozinha, como se ela respondesse à pergunta que importa: quanto a operação vai pagar de fato. Quem define a margem é a carga efetiva de cada empreendimento, e ela depende de decisões que estão sendo tomadas agora: no contrato, no fornecedor, no cronograma de recebimentos. Quem deixar essa conta para dezembro vai conhecer a gestão do susto em janeiro. Por isso a Reforma precisa sair da mesa do tributário e entrar na pauta da diretoria. Na sua empresa, quem está fazendo essa conta hoje? Esse é o tipo de leitura que acompanho toda semana na Constru_News, a newsletter do Sienge. O link para assinar está nos comentários.
- LINKEDIN · IMAGERecorded 27 Oct 2026
A Faixa 1 do MCMV está ficando apertada, dos dois lados. Quem constrói está pagando mais: o CUB do segmento econômico subiu 7,08% em 12 meses, acima do médio e alto padrão. Quem compra chega com menos: o FGTS, que compunha a entrada em 65% das aquisições há uns quatro anos, hoje aparece em perto de 20%, segundo o Rodrigo Luna, da Plano&Plano. Soma isso a juros altos por tanto tempo e a conta deixa de fechar. O Luna já vê as contratações da Faixa 1 caindo, e parte das incorporadoras começa a olhar para as faixas de cima. Para quem está no econômico, a pergunta que fica é bem prática: o seu próximo lançamento ainda cabe no teto de R$ 275 mil? É esse tipo de leitura que a Constru_News entrega para quem decide na Construção. O link para assinar está no primeiro comentário.
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